A dengue continua sendo um desafio de saúde pública no Brasil, e cada avanço na prevenção representa mais segurança para milhões de pessoas. Agora, um novo capítulo começa com a vacina produzida pelo Instituto Butantan — o primeiro imunizante de dose única contra a doença, desenvolvido integralmente no país e previsto para chegar ao SUS a partir de janeiro de 2026.
Para quem busca cuidar melhor da saúde e evitar afastamentos, gastos médicos e complicações, essa novidade merece atenção.
Quem serão os primeiros a receber a vacina?
O Ministério da Saúde definiu que, neste início, a imunização será destinada a grupos prioritários. A vacinação começará por:
- Profissionais da Atenção Primária de Saúde, que estão na linha de frente;
- Adultos de 50 a 59 anos, começando pelos mais velhos e avançando gradualmente para as outras idades dentro desse intervalo.
Mesmo sem uma data exata, a expectativa é que as primeiras aplicações aconteçam até o fim de janeiro de 2026.
Por que essa vacina é tão importante?
Diferente do que já existe hoje no SUS — a vacina internacional destinada a adolescentes de 10 a 14 anos — a nova vacina do Butantan protege contra os quatro sorotipos da dengue e é aplicada em dose única, o que facilita a adesão e acelera a ampliação da cobertura vacinal.
Em estudos clínicos, apresentou:
- 74,7% de eficácia contra dengue sintomática (em pessoas de 12 a 59 anos);
- 89% de proteção contra casos graves.
Isso significa menos risco de internações, complicações e impactos na rotina das famílias e das empresas.
E os idosos acima de 60 anos?
Um estudo específico com esse público será iniciado no início de 2026. Apenas após essa avaliação será possível saber quando a imunização poderá ser ampliada para essa faixa etária.
Como fica a vacinação atual?
Nada muda para quem tem entre 10 e 14 anos: a vacina já aplicada no Brasil continuará sendo usada.
A partir de 2026, teremos dois caminhos:
- Vacina internacional → adolescentes;
- Vacina do Butantan → adultos de 15 a 59 anos, começando pelos mais velhos.
Onde a vacinação será reforçada?
Parte das doses será dedicada a estudos de impacto em cidades com alta circulação do vírus, como Botucatu (SP), onde metade da população entre 15 e 59 anos deve ser imunizada. Outros municípios com predominância do sorotipo DENV-3 também poderão ser incluídos.
A prevenção continua sendo fundamental
Mesmo com avanços, a dengue ainda exige cuidado constante. O Ministério da Saúde reforça a importância de medidas simples, mas decisivas:
- Eliminar recipientes que acumulam água parada;
- Manter reservatórios sempre fechados e limpos;
- Usar telas de proteção;
- Ficar atento aos sintomas: febre alta, dor atrás dos olhos, dor no corpo, manchas vermelhas e mal-estar intenso.
A combinação de prevenção e vacinação é o caminho mais seguro para reduzir os casos e proteger a população.
Por que esse assunto importa para você — e para as empresas?
Além da saúde individual, a dengue traz impactos para a produtividade, aumenta o risco de afastamentos e gera custos inesperados com consultas, exames e internações.
Por isso, acompanhar essas atualizações e manter-se protegido é essencial — tanto para famílias quanto para negócios que buscam cuidar de seus colaboradores.
Na Dolce Vitta Seguros, acompanhamos de perto temas que influenciam o bem-estar e a tranquilidade dos nossos clientes. Saúde, prevenção e informação de qualidade caminham juntas quando o objetivo é viver com mais segurança.
