A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) deu um passo importante para a modernização dos tratamentos cobertos pelos planos de saúde no Brasil. Pela primeira vez, uma cirurgia robótica entrou oficialmente no rol de procedimentos de cobertura obrigatória, marcando um avanço significativo para pacientes e para o setor de saúde suplementar.
A decisão representa mais segurança para quem precisa de tratamentos complexos e abre caminho para que outras tecnologias de alta precisão sejam incorporadas nos próximos anos.
O que muda na prática?
Com a aprovação, os planos de saúde passam a ser obrigados a cobrir a nefrectomia parcial robótica, procedimento utilizado no tratamento de tumores renais. A cirurgia deve ser indicada pelo médico assistente e realizada em hospitais habilitados para operar plataformas robóticas.
A técnica, que utiliza braços articulados controlados por um cirurgião, permite movimentos mais precisos, menor risco de sangramento, incisões menores e uma recuperação mais rápida quando comparada à cirurgia tradicional.
Por que essa cirurgia foi escolhida?
Segundo a ANS, a inclusão foi aprovada após a avaliação de estudos clínicos, impacto financeiro e recomendações da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). O procedimento se mostrou eficaz, seguro e com benefícios relevantes para o paciente, especialmente em casos de tumores renais de pequeno e médio porte.
Entre os principais motivos da aprovação estão:
- Maior precisão cirúrgica em áreas delicadas;
- Menor tempo de internação e recuperação mais rápida;
- Redução de complicações pós-operatórias;
- Preservação da função renal em casos específicos.
A cirurgia robótica ficará disponível para todos os usuários?
A cobertura é obrigatória para beneficiários de planos de saúde que incluam segmentação hospitalar com obstetrícia ou sem obstetrícia, respeitando o período de carência do contrato. A disponibilidade dependerá da estrutura de cada hospital, uma vez que nem todas as instituições possuem equipamentos robóticos.
Quais planos são obrigados a cobrir?
A decisão vale para:
- Planos individuais;
- Planos familiares;
- Planos coletivos empresariais;
- Planos coletivos por adesão.
Desde que tenham cobertura para internações hospitalares, estes planos devem oferecer o procedimento quando houver indicação médica adequada.
Por que essa decisão é relevante para o setor de saúde?
A incorporação da cirurgia robótica ao rol obrigatório sinaliza um avanço importante para a medicina brasileira. A tecnologia, antes restrita a poucos hospitais e acessível principalmente por meio de pagamento particular, começa a se tornar parte da rotina assistencial.
Esse movimento também estimula uma atualização constante das coberturas, acompanhando a evolução das técnicas cirúrgicas e garantindo maior qualidade e segurança aos pacientes.
O que esperar daqui para frente?
A aprovação abre caminho para que outros procedimentos robóticos sejam avaliados no futuro. A ANS já estuda novas tecnologias que poderão entrar na lista, sempre após análise de evidências científicas e impacto financeiro para os planos.
Para o consumidor, trata-se de um avanço que amplia o acesso a tratamentos mais modernos e eficientes — algo essencial em casos onde precisão cirúrgica pode fazer toda a diferença.
Como a Dolce Vitta Seguros pode ajudar?
Com as constantes atualizações da ANS, é fundamental ter um plano de saúde adequado ao seu perfil ou ao da sua empresa. Na Dolce Vitta Seguros, acompanhamos de perto todas as mudanças do setor para orientar nossos clientes com clareza, transparência e foco na proteção.
Se você deseja revisar seu plano de saúde, entender melhor suas coberturas ou buscar opções mais completas, nossa equipe está à disposição para ajudar.
